A Toyota iniciou o ano seguindo a tendência do mercado e reajustou os preços de toda a linha do seu sedã médio no Brasil. De acordo com levantamento do site Mundo do Automóvel para PCD, os aumentos chegam a R$ 2.890, e três versões já ultrapassam a marca dos R$ 200 mil.

Além disso, os novos valores impactam diretamente consumidores que dependem de compras com isenção, como o público PCD e taxistas. Dessa forma, o modelo entra em 2026 mais caro e com menos opções dentro da faixa considerada acessível para esse perfil de compra.
Versão de entrada também ficou mais cara
Em primeiro lugar, a versão mais acessível da gama continua sendo a XEi 2.0 CVT, que também é uma das mais procuradas pelos brasileiros.
Ela passou de R$ 171.590 para R$ 173.290, o que representa um aumento de R$ 1.700 logo no início do ano.
Ainda assim, essa configuração segue como uma alternativa equilibrada para quem busca um sedã médio sem extrapolar o orçamento. Isso porque oferece pacote ADAS, central multimídia atualizada e bancos em couro. Além disso, traz painel digital e bons itens de conforto, o que reforça sua proposta custo-benefício.
GLi Hybrid recebe o maior reajuste da linha
Em seguida, a versão GLi Hybrid teve seu primeiro aumento desde o lançamento e registrou o maior reajuste entre todas.
O preço subiu R$ 2.890, chegando agora a R$ 191.890. Portanto, trata-se de uma mudança relevante, principalmente para quem planeja comprar com descontos fiscais.
Isso acontece porque essa versão tem foco direto em vendas para taxistas e público PCD. Dessa forma, mesmo com o reajuste, ela ainda permanece abaixo dos R$ 200 mil. Assim, continua sendo uma opção competitiva dentro desse segmento.
Versões acima de R$ 200 mil reduzem opções para PCD
A partir desse ponto, o cenário muda de forma significativa. Isso porque as demais versões ultrapassam a faixa considerada “segura” para compras com isenção em muitos estados.
Ou seja, modelos acima de R$ 200 mil deixam de ser alternativas viáveis para quem depende da elegibilidade de preço.
Primeiro, é o caso da versão Altis Premium 2.0 CVT, que passou de R$ 199.490 para R$ 201.490. Assim, o reajuste foi de R$ 2.000, fazendo o modelo cruzar oficialmente a barreira dos R$ 200 mil.
Além dela, a versão GR-Sport 2.0 CVT seguiu o mesmo caminho. Ela saiu de R$ 199.790 para R$ 201.790, também com aumento de R$ 2.000. Portanto, duas configurações já entram no grupo acima desse limite psicológico.
Por fim, a versão Altis Premium Hybrid acompanhou o movimento e agora custa R$ 201.990. Antes, o valor era de R$ 199.990, o que representa mais R$ 2.000 no preço final.
Veja os novos preços atualizados
Com os reajustes confirmados, os valores passam a ser:
XEi 2.0 CVT: de R$ 171.590 para R$ 173.290
GLi 1.8 Hybrid CVT: de R$ 189.000 para R$ 191.890
Altis Premium 2.0 CVT: de R$ 199.490 para R$ 201.490
GR-Sport 2.0 CVT: de R$ 199.790 para R$ 201.790
Altis Premium 1.8 Hybrid CVT: de R$ 199.990 para R$ 201.990
Impacto direto no mercado de vendas diretas
Com esses reajustes, o sedã entra em 2026 mais caro e com menos versões dentro da faixa de interesse para compras com isenções. Além disso, o aumento reduz as opções disponíveis para consumidores que dependem de benefícios fiscais.
Consequentemente, o público PCD e taxistas passam a concentrar sua atenção praticamente na versão híbrida de entrada, que ainda permanece abaixo dos R$ 200 mil.
Em resumo, o reajuste de preços reforça a tendência de encarecimento dos sedãs médios no Brasil. Enquanto a versão de entrada segue relativamente competitiva, três configurações já ultrapassam a marca dos R$ 200 mil.
Portanto, quem pretende comprar com isenção precisa se planejar com mais cuidado e acompanhar os valores atualizados. Afinal, pequenas mudanças de preço podem significar a perda do direito ao benefício.
Assim, o modelo começa 2026 mais caro e com menos margem para negociações dentro do público que depende de incentivos fiscais.




