Novo HB20 2026 surge com parcelas promocionais

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O mercado automotivo brasileiro começou a observar um movimento diferente em torno de um dos carros mais populares do país. Agora, o destaque não está apenas no preço ou no financiamento tradicional, mas em uma nova forma de acesso ao veículo zero-km.

Hyundai HB20 / Foto: Divulgação

Em vez de comprar ou financiar, muitos motoristas passaram a enxergar valor no uso por assinatura. Esse formato muda completamente a relação com o carro, já que oferece custos mensais previsíveis, menos burocracia e nenhuma preocupação com revenda.

Assim, o modelo volta aos holofotes por um caminho alternativo, pressionando concorrentes diretos no segmento de compactos.

Como é o modelo atualmente

O hatch passou por uma atualização visual para reforçar sua presença no segmento. Na dianteira, a grade frontal em preto brilhante traz um aspecto mais moderno e alinhado à identidade recente da marca.

Além disso, as novas lanternas em LED na traseira deixam o visual mais atual e melhoram a assinatura luminosa. Com isso, o conjunto transmite uma aparência mais sofisticada do que nas gerações anteriores.

Sob o capô, o carro utiliza o motor Kappa 1.0 Turbo GDI 12V Flex, aliado ao câmbio automático de seis marchas. São 120 cv de potência e 17,5 kgfm de torque já a 1.500 rpm, favorecendo o uso urbano e as retomadas rápidas.

Quanto custa no modelo de assinatura

O veículo passou a ser oferecido também no formato de assinatura, que vem ganhando espaço entre consumidores que buscam praticidade.

Nesse modelo, o carro pode ser utilizado por R$ 2.371,11 por mês, em contrato de 24 meses. A franquia é de 1.000 km mensais, com possibilidade de uso de até 3.000 km por mês, o que garante certa flexibilidade conforme a rotina do motorista.

Esse valor não representa financiamento nem compra parcelada. Trata-se de um contrato de uso, no qual o veículo é devolvido ao final do período.

Ou seja, o motorista paga para dirigir, não para possuir o carro.

Por que a assinatura muda o jogo?

O principal diferencial está na praticidade. O IPVA já está incluído na mensalidade, eliminando uma das despesas mais pesadas do ano para quem tem carro próprio.

Além disso, o formato reduz preocupações com:

  • burocracia;

  • desvalorização do veículo;

  • revenda no futuro;

  • gastos inesperados.

Com um custo mensal fixo, o planejamento financeiro se torna mais simples e previsível. Dessa forma, o motorista sabe exatamente quanto irá gastar com o carro ao longo do contrato.

Para quem não quer dar entrada, assumir um financiamento longo ou lidar com a venda do veículo depois de alguns anos, a assinatura surge como uma alternativa direta ao modelo tradicional de compra.

Um novo perfil de consumidor

Esse movimento revela uma mudança clara no comportamento do público. O carro deixa de ser apenas um bem de posse e passa a ser visto como um serviço. O foco está no uso, na comodidade e na previsibilidade. Especialmente em grandes cidades, onde custos com impostos, seguro e manutenção pesam no orçamento, esse formato ganha cada vez mais espaço.

Enquanto isso, os concorrentes precisam reagir, já que o modelo de assinatura começa a disputar o mesmo cliente que antes buscava financiamento ou consórcio. O hatch volta a chamar atenção não só pelo visual renovado e pelo motor turbo eficiente, mas principalmente por oferecer uma nova forma de acesso ao zero-km.

A assinatura transforma a relação com o carro, reduz burocracias, elimina preocupações com impostos e facilita o controle dos gastos mensais. Assim, o modelo se reposiciona no mercado e mostra que, mais do que vender veículos, as montadoras começam a vender experiências de uso. Para muitos motoristas, isso pode ser o caminho mais prático e econômico nos próximos anos.