Novo Jeep Compass 2026 híbrido: Qual é o preço do novo SUV?

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A Jeep abriu oficialmente as encomendas da nova geração do seu SUV médio em Portugal, agora com uma inédita versão híbrida plug-in no topo da linha eletrificada. O modelo parte de 34.000 euros + 14.000 euros de IVA, o que equivale a cerca de R$ 226 mil em conversão direta. Essa configuração entrega 225 cv de potência combinada e chega como a alternativa mais sofisticada da gama no mercado europeu.

Jeep Compass / Foto: Divulgação

Além disso, a estratégia reforça a presença da marca no segmento de eletrificados, oferecendo três opções distintas para o consumidor.

Três versões eletrificadas para públicos diferentes

A nova geração passa a contar com uma família completa de motorização elétrica e híbrida. Assim, o cliente pode escolher conforme perfil de uso e orçamento.

As opções são:

  • e-Hybrid de 145 cv, voltado para quem quer economia de combustível.

  • Híbrido plug-in de 225 cv, com maior desempenho e autonomia elétrica.

  • 100% elétrico, com bateria de 74 kWh e potência de 213 cv.

Dessa forma, a linha cobre desde o híbrido leve até o elétrico puro, acompanhando a transição energética na Europa.

Autonomia chama atenção: até 983 km no total

O conjunto plug-in combina motor a gasolina com propulsor elétrico para entregar 225 cv.

Segundo a marca, a autonomia em modo totalmente elétrico supera 80 km no ciclo combinado e pode ultrapassar 100 km no uso urbano.

Por outro lado, quando o tanque está cheio e a bateria totalmente carregada, a autonomia total declarada chega a 983 km, número que se destaca entre os SUVs do segmento.

O sistema trabalha com câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas (e-DCT7), garantindo trocas rápidas e melhor aproveitamento da energia.

Modos de condução adaptados a diferentes terrenos

Entre os principais recursos técnicos está o sistema Selec-Terrain, que oferece cinco modos de condução:

  • Auto

  • Sport

  • Snow

  • Sand/Mud

  • Electric

O sistema ajusta automaticamente parâmetros como motor, direção, câmbio e controle de estabilidade conforme o tipo de piso. Assim, o veículo mantém bom desempenho tanto no asfalto quanto em situações de baixa aderência.

Mais espaço, conforto e tecnologia a bordo

A nova geração recebeu melhorias estruturais importantes. A suspensão foi recalibrada, a direção ficou mais precisa e o nível de isolamento acústico foi reforçado.

O interior foi totalmente redesenhado, oferecendo mais espaço para passageiros e bagagem. Além disso, o painel agora é digital e a central multimídia é de nova geração, com interface mais rápida e intuitiva.

Outro destaque é a conectividade. O SUV passa a contar com:

  • Acesso remoto por aplicativo

  • Pré-condicionamento da cabine

  • Gestão de carregamento das versões eletrificadas

Esses recursos aumentam a praticidade no dia a dia, principalmente para quem utiliza o modo elétrico com frequência.

Brasil terá motor 1.3 Turbo e versões híbridas

A chegada da nova geração ao mercado brasileiro está prevista para 2027. Por aqui, o modelo deve utilizar o conhecido motor 1.3 Turbo Flex T270 como base para todas as configurações eletrificadas.

O plano da marca prevê:

  • Versões de entrada com sistema híbrido leve, associadas ao câmbio e-DCT de seis marchas.

  • Versões intermediárias híbridas plug-in, com transmissão de dupla embreagem e sete marchas.

Existe ainda a possibilidade de uma variante 100% elétrica para o Brasil. No entanto, essa opção deve ficar para um próximo ciclo de investimentos da Stellantis, possivelmente já na próxima década.

A nova geração do SUV mostra que a eletrificação deixou de ser apenas tendência e passou a ser pilar estratégico da marca. Com autonomia elevada, mais tecnologia e melhorias no conforto, o modelo se posiciona como uma das opções mais completas entre os híbridos plug-in na Europa.

Para o Brasil, a expectativa é de uma adaptação à realidade local, com foco no motor flex e em soluções híbridas progressivas. Assim, o público brasileiro poderá ter acesso a um produto mais moderno e eficiente, alinhado às exigências de consumo e emissões dos próximos anos.