O mercado de SUVs iniciou 2026 em ritmo acelerado e confirmou, mais uma vez, a força desse segmento no Brasil. Logo no primeiro mês do ano, os números mostraram uma disputa intensa pelas primeiras posições e um avanço consistente das marcas chinesas.

Além disso, o ranking deixou claro que o consumidor brasileiro continua priorizando modelos com visual moderno, bom pacote de tecnologia e opções cada vez mais eletrificadas. Como resultado, janeiro apresentou um cenário bastante competitivo, com diferenças pequenas entre vários colocados.
Volkswagen domina as primeiras posições
O Volkswagen T-Cross garantiu a liderança entre os SUVs mais vendidos em janeiro de 2026, com 5.741 unidades emplacadas. Assim, manteve-se como o SUV mais vendido do país e confirmou seu bom momento comercial.

Logo atrás, o Volkswagen Tera surpreendeu ao assumir a segunda colocação, com 4.992 unidades. Dessa forma, a marca alemã iniciou o ano dominando as duas primeiras posições do ranking, algo que reforça sua estratégia agressiva no segmento.
Disputa acirrada no Top 5
Na terceira posição apareceu o Chevrolet Tracker, com 4.532 unidades vendidas. Em seguida, o Jeep Compass garantiu o quarto lugar com 4.503 unidades, mantendo-se como o SUV médio mais vendido do Brasil.
Fechando o Top 5, o Hyundai Creta registrou 4.429 unidades em janeiro. Portanto, o grupo dos cinco primeiros mostrou equilíbrio e forte concorrência, com margens pequenas entre os modelos.
SUVs chineses ganham espaço no mercado
Entre os principais destaques do mês, o BYD Song chamou atenção ao alcançar a sétima colocação, com 3.802 unidades vendidas. Assim, os SUVs chineses seguem ampliando sua participação no mercado brasileiro.
Além disso, outros modelos de origem chinesa também apareceram bem posicionados no ranking, demonstrando que o consumidor está cada vez mais aberto a novas marcas, especialmente quando elas oferecem bom custo-benefício, tecnologia embarcada e versões híbridas ou elétricas.
Ranking completo dos SUVs mais vendidos em janeiro de 2026
Confira abaixo a lista completa dos SUVs mais emplacados no Brasil em janeiro de 2026:
VW T-Cross – 5.741 unidades
VW Tera – 4.992 unidades
Chevrolet Tracker – 4.532 unidades
Jeep Compass – 4.503 unidades
Hyundai Creta – 4.429 unidades
Fiat Fastback – 3.927 unidades
BYD Song – 3.802 unidades
Fiat Pulse – 3.193 unidades
VW Nivus – 3.167 unidades
Nissan Kicks – 3.058 unidades
Jeep Renegade – 3.052 unidades
Honda HR-V – 2.773 unidades
GWM Haval H6 – 2.389 unidades
Toyota Corolla Cross – 2.176 unidades
Chery Tiggo 7 – 1.937 unidades
Honda WR-V – 1.812 unidades
Jeep Commander – 1.330 unidades
Chery Tiggo 8 – 1.271 unidades
Toyota SW4 – 1.233 unidades
VW Taos – 1.225 unidades
Renault Kardian – 1.210 unidades
Omoda Jaecoo 5 – 1.106 unidades
Citroën Basalt – 1.027 unidades
Renault Duster – 936 unidades
GWM Haval H9 – 882 unidades
Ford Territory – 851 unidades
Peugeot 2008 – 774 unidades
Nissan Kait – 644 unidades
Renault Boreal – 641 unidades
Mitsubishi Eclipse Cross – 560 unidades
BYD Yuan – 525 unidades
GAC GS4 – 488 unidades
Toyota RAV4 – 488 unidades
Omoda Jaecoo 7 – 476 unidades
Leapmotor C10 – 442 unidades
GWM Tank 300 – 363 unidades
Chery Tiggo 5X – 305 unidades
Citroën Aircross – 290 unidades
Volvo EX30 – 285 unidades
BMW X1 – 276 unidades
O que o ranking revela sobre o mercado
De modo geral, o ranking mostra que os SUVs continuam sendo o principal foco das montadoras no Brasil. Além disso, evidencia a consolidação das marcas tradicionais e, ao mesmo tempo, o crescimento rápido das fabricantes chinesas.
Outro ponto importante é a diversidade de categorias no Top 40, que vai desde SUVs compactos até modelos médios e grandes. Assim, o consumidor encontra opções para diferentes orçamentos e perfis de uso.
Assim, o início de 2026 confirmou que o segmento de SUVs segue aquecido e cada vez mais competitivo no Brasil. Enquanto Volkswagen, Chevrolet e Jeep mantêm posições fortes, marcas chinesas como BYD, GWM e Chery avançam com velocidade.
Portanto, o cenário indica que os próximos meses devem trazer ainda mais disputa, novos lançamentos e mudanças no ranking. Para o consumidor, isso significa mais opções, mais tecnologia e preços cada vez mais pressionados pela concorrência.




